sexta-feira, 6 de julho de 2012

Se eu tivesse uma câmera digital...

Procurando alguma coisa sobre o 7º encontro das famílias, encontro esse que não teve muita repercussão nas mídias (infelizmente), deparei com esse texto de Dom Murilo. Achei lindo, ele diz coisas  simples,  singelas, verdadeiras... Nada escapa aos olhos de Deus, cada movimento nosso, cada ação boa ou má, Ele registra tudo, não como um paparazzo mesquinho, mas como um pai amoroso. Guarda "na nossa pasta" as boas e as más deleta, quando permitimos.
Dom Murilo S.R. Krieger
Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil
Antes que uma alma generosa, lendo o título acima, se apresse em presentear-me com uma câmera digital, vou logo me explicando: tenho uma, pequena e simples, que pouco faz além de tirar fotos de sobrinhos e de paisagens. O problema é que não a levo comigo por aí. Se a levasse, teria, nos últimos tempos, registrado cenas belíssimas. Lembro algumas: Na Catedral, um garoto de quatro ou cinco anos estava sentado no chão. Sua mãe, ajoelhada, com o rosto entre as mãos, rezava. Pelo filho? Ou era uma oração de agradecimento? Ou louvava o Senhor, simplesmente porque Ele é seu Senhor? Também o garoto rezava, só que a seu modo: olhava para o altar do Santíssimo e parecia não pensar ou não dizer nada. Simplesmente olhava. Tenho certeza de que, naquela tarde de sábado, todas as orações que se elevaram ao Senhor foram de seu agrado. Mas alguma coisa que me diz que nenhuma lhe agradou tanto como a daquele garoto. Uma oração feita de silêncio. Feita simplesmente de um olhar. Do olhar de uma criança...


Clique no link abaixo e leia na íntegra. Vale a pena!


Confira também o texto abaixo de Dom Anuar Battisti , uma boa opção para se trabalhar num encontro com pais...


Família, trabalho e a festa...
O perigo de que o trabalho se torne um ídolo é válido também para as famílias. Isso acontece quando a atividade do trabalho detém o primado absoluto perante as relações familiares, quando os cônjuges se sentem obcecados pelo lucro econômico e depositam a felicidade unicamente no bem-estar material.O risco dos trabalhadores, em todas as épocas, é de se esquecerem de Deus, deixando-se absorver completamente pelas ocupações mundanas, na convicção de que nelas se encontra a satisfação de todos os seus desejos...


http://www.cnbb.org.br/site/articulistas/dom-anuar-battisti/9505-familia-trabalho-e-a-festa

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