quinta-feira, 28 de junho de 2012

Sacramentos - Encontro de Catequese



"Pessoal, na atividade acima há uma pergunta assim: Qual pessoa da nossa comunidade que passa por todos os sacramentos? A resposta é o Padre, mas vou explicar o que se passa em minha cabeça a respeito disso.
No dia 16/06/2012 (sábado) o tema do encontro de catequese foi os sete sacramentos, e tenho um catequizando que me surpreende em todos os encontros com  perguntinhas surpresas (kk), me deixando as vezes numa saia justa. Quando a pergunta é daquelas de arrancar os cabelos, não arrisco responder sem consultar um padre, ou outros que saibam esclarecer a dúvida.
Nesse encontro sobre sacramento o catequizando "danadinho" perguntou "por que o padre não se casa". Bem, respirei fundo e disse o seguinte: _ Amiguinho, seria complicado para o padre constituir uma família, ser pai, ser o chefe da família, por que a mesma hora que ele está aqui, ele está lá, ou seja, a mesma hora que ele é pároco de uma cidade, ele recebe a missão de ir para outra paróquia. Mas mesmo em uma paróquia só, ele tem muitos a fazeres. O nosso padre por exemplo, as vezes é quase preciso ter o poder de "teletransportar" de um lugar para o outro, pois são inúmeras reuniões, tem que atender à várias pastorais, a população em geral, é muita coisa. 
"O casamento do padre é com a igreja", ele precisa estar por inteiro a serviço do Senhor, por isso para realizar o sacramento da ORDEM, é preciso ter vocação, pensar bastante, e se entregar totalmente a Jesus, deixando que Ele celebre o matrimônio do jovem (futuro padre) com o sacramento da ORDEM.
Não sei se fui correto ao dizer que o casamento (matrimônio) do padre é com a igreja, mas vejo que o padre é o membro da comunidade que consegue passar por todos esses sacramentos, se tornando uma pessoa especial a serviço da igreja.
________________________Catequese com Crianças________________________
A definição exata de Sacramento é: "Um sinal visível e eficaz da graça, instituído por Jesus Cristo, para nossa santificação".
Podemos dividir em três partes:

1º Um sinal sensível

2º Instituído por Jesus Cristo

3º Graça

1º Um sinal sensível
Constitui a parte material do Sacramento. Nos sinais que constituem a parte material de um sacramento, temos dois elementos: O primeiro é o objeto material que se utiliza, que denominamos matéria do Sacramento; por exemplo: água no Batismo, óleo na Crisma.

Essa ação em si, não teria significado se não manifestasse algum propósito. Tem que acompanhá-la algumas palavras ou gestos que lhe dêem significado.
Esse segundo elemento do Sacramento chamamos de forma. No Sacramento do Batismo a água é a matéria, as palavras . . . eu te batizo . . . é a forma.

2º Instituído por Jesus Cristo
O poder humano não pode ligar a graça interior a um sinal externo. Isso é algo que somente Deus pode fazer, e que nos leva a segunda definição de Sacramento: "Instituído por Jesus Cristo". A Ascensão do Senhor pôs ponto final na instituiçã dos Sacramentos; e não pode haver nunca nem mais, nem menos que sete Sacramentos, os setes Sacramentos que Jesus nos deu.

Graça

Voltando a nossa atenção para o terceiro dos elementos da definição de Sacramento, vemos que seu fim essencial é dar a Graça santificante.

Graça é um dom sobrenatural e interior de Deus, concedido para nossa própria salvação. É a estreita união; é a sintonia com Deus.


Um Sacramento dá a Graça por si e em si, pelo seu próprio poder. Isto não quer dizer que nossa disposição interior não faça diferença. As nossas disposições interiores, no entanto afetam a quantidade de graça que recebemos. Quanto mais viva a nossa fé, tanto maior será a graça recebida.

As nossas disposições não causam a graça, simplesmente removem os obstáculos a sua recepção. As disposições de quem administra o Sacramento não influem no seu efeito.
ORDEM NATURAL
ORDEM SOBRENATURAL
Nascer: Entrada na vida terrena.Batismo: Filiação Divina
Crescer: Maduro, forte, responsávelCrisma: Maturidade cristã, fortalecimento na fé, cristão atuante.
Alimento: Conserva a vidaEucaristia: Nos alimenta, conserva a vida
Remédio: Cura as enfermidadesConfissão: Cura as enfermidades espirituais: reconciliação.
Sacerdócio: Compromisso com a comunidade - espiritual.Ordem: Vem o padre para guiar a comunidade.
Casamento: Compromisso de amor e família.Matrimônio: Vem a Igreja para abençoar.
Morte: Fim da vida terrena.Unção dos enfermos: Conforto para a triunfal viagem de volta à casa do Pai.
Fonte: CATEQUISAR

Dia do Papa - 29 de Junho

No dia 29 de junho a Igreja em todo o mundo celebra o Dia do Papa, por ocasião da 
Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo , os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva.

Encontros de Catequese - Como elaborar?



O encontro de catequese e sua dinâmica
Nestes últimos anos tem-se falado em Catequese Renovada e muitos pontos positivos contribuíram para que ela assim fosse chamada. Percebemos que algumas propostas da Catequese Renovada estão muito visíveis: o uso da Palavra de Deus, a importância de ligar a fé com a vida, perceber e respeitar as situações dos catequizandos tais (interesses, jeito de viver, idade, cultura...), a preocupação em fazer uma catequese mais comprometida com a comunidade, envolvimento da família, o uso de uma metodologia mais criativa, dinâmica...

O documento Catequese Renovada (26), escrito em 1983, nos faz propostas arrojadas e que ainda estamos por concretizar.

Para muitos catequistas, pais, agentes, padres... a catequese é ainda pensada:

• só para crianças;
• voltada para os sacramentos;
• para a celebração dos sacramentos que muitas vezes é uma formatura, portanto, depois disto é um adeus a todos os compromissos de fé e vida;
• os encontros de catequese são pensados como uma “aula escolar”;
• o encontro catequético é desligado da vida (problemas, exclusões, alegrias, lutas, meios de comunicação...).

A nossa preocupação é que se possa superar uma fé que apenas passa por um texto, ou doutrina, e que, com os nossos catequizandos, se possa fazer uma verdadeira experiência de Deus, vivenciada como processo e encarnada no dia-a-dia, na luta por mais justiça e acolhendo a vida como maior dom de Deus.

Diz o documento que a finalidade da catequese é a “maturidade da Fé, num compromisso pessoal e comunitário de libertação integral” (CR 318).

A maturidade da fé não se faz de um dia para o outro. Ela tem início na família, contínua na comunidade e acompanha a pessoa por toda a vida.

O princípio da interação: “Fé-Vida”

Existem muitos métodos, isto é, muitas maneiras para se chegar a alcançar objetivos.

A catequese usa o princípio metodológico da interação. Na vida de todo dia usamos interações que produzem efeitos benéficos. Veja, por exemplo, o fermento, a água e o trigo ajuntados, misturados, interados, são capazes de produzir um pão capaz de matar a fome.

Na catequese é preciso fazer interagir, isto é, misturar aquilo que é do campo de fé (Bíblia, tradição, liturgia, doutrina, ensinamentos da Igreja...) com tudo aquilo que é do campo da vida (acontecimentos, realidade, situações, aspirações, clamores, fatos alegres e tristes...).

“A interação é relacionamento mútuo e eficaz entre a experiência de vida e a formulação da fé, entre a vivência atual e o dado da Tradição” (CR 113). O conteúdo da catequese não é só doutrina, Bíblia, mas também a nossa vida.

Frei Bernardo dizia: O catequista precisa trazer numa mão o jornal e na outra a Palavra de Deus.Precisamos estar em contato com duas fontes: a Bíblia e a realidade humana.
Este método tem por finalidade educar para Ação-Reflexão, assim como fez Jesus, que se preocupou de educar seus discípulos para uma reflexão, partindo da vida (pobres, crianças, doentes, excluídos...).

Como trabalhar um encontro de catequese 

Para melhor trabalhar o método de interação usa-se um pocedimento, ou melhor, um itinerário, que favorece o grande objetivo da catequese: “Para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10, 10).
Todo encontro parte da VIDA para chegar a mais VIDA com novos compromissos e novas atitudes...

O itinerário de um encontro, para muitos, é velho ou muito conhecido. Acontece, que existem muitos catequistas iniciantes e precisam estar seguros de como proceder ao realizar algum encontro.
Vejamos agora, parte por parte da dinâmica metodológica de um encontro:

ACOLHIDA, VER, JULGAR, CELEBRAR, AGIR, AVALIAR.


a) Acolhida:  é a sala de visita do encontro. Pode ser expressa de muitas formas: gestos, cantos, símbolos, surpresas...



É importante que todo catequizando encontre sempre um ambiente acolhedor, fraterno amigo. Seja reconhecido na sua individualidade, chamando-o pelo nome.
Todo participante que se sente aceito e amado, participará com mais alegria e motivação.

b) Olhar a vida, ou ver a realidade, suscita a capacidade para a sensibilidade, consciência crítica, perceber com o coração e a inteligência aquilo que se passa ao redor.
Não é só olhar a realidade superficialmente, mas possibilitar o aprofundamento de fatos, causas, conseqüências do sistema social, econômico-político e cultural dos problemas.



O olhar a vida é o momento de ver o chão onde vivemos e de preparar o terreno da realidade para depois jogar a semente da Palavra de Deus.

A parte do ver pode ser concretizada através de desenhos, visitas, entrevistas, histórias e fatos contados, notícias, figuras, fitas de vídeo, dramatização...

c) Iluminar a vida com a Palavra (Julgar).



A partir da vida apresentamos a Palavra de Deus. Podemos compará-lo com a luz existente dentro de casa. Ela ilumina todo o ambiente isto é, nos mostra qual a vontade de Deus em relação à vida das pessoas, seus sonhos, necessidades, valores, esperanças...

Fazemos um confronto com as exigências da fé anunciadas por Jesus Cristo, diante da realidade refletida.

Dentro do julgar também colocamos o Aprofundamento da Palavra. Nesta parte aumentamos a luminosidade da casa para poder enxergar melhor.

É a hora que refletimos com o grupo para fazer uma ligação mais aprofundada da Palavra com a vida do dia-a-dia e perceber os apelos que Deus nos faz. Pode-se perguntar: O que a Palavra de Deus diz para a nossa vida? Sobre o que nos chama atenção? O que precisamos mudar? Que apelos a Palavra faz para mim e para nós?

O aprofundamento pode ser feito ainda com encenações, dinâmicas, cantos, símbolos...

d) Celebrar a Fé e a Vida.  É um momento muito forte. É como se estivéssemos ao redor de uma mesa com um convidado especial.



O celebrar é como saborear em conjunto na alegria, ou no perdão, algo que nos alimenta porque nos dirigimos, nos aproximamos do convidado especial, que é Deus.

A celebração não deve ficar apenas na oração decorada. Os catequizandos aprenderão a conversar naturalmente com Deus como um amigo íntimo. É importante diversificar a oração usando símbolos, cantos, gestos, salmos, silêncio, frases bíblicas repetidas, relacionando sempre ao tema estudado e com a vida.

A partir das celebrações dos encontros é possível motivar os catequizandos na participação das celebrações, cultos, novenas, grupos de reflexão.

e) Assumir ações práticas.  Todo encontro precisa conscientizar que ser cristão não é ficar de braços cruzados, e nem ficar passivo diante da realidade.



Trata-se de encontrar passos concretos de mudança das situações onde a dignidade é ferida, a partir de critérios cristãos.

O agir é transformador e comprometedor. Está ligado à vida e à Palavra de Deus que questionam e exigem a mudança nas pessoas, famílias, comunidade.

Cada catequista necessita provocar o seu grupo para ações práticas. É preciso respeitar cada faixa etária, mas não será impossível fazer algo concreto. Os compromissos podem ser discutidos e assumidos de forma individual ou grupal.

f) Recordar o encontro.  Não se trata aqui da aplicação de exercícios para decorar conceitos. O recordar nos leva a ruminar o que foi refletido, aprofundado, trazendo à memória algo essencial para ser fixado. A memorização é necessária sobretudo para conteúdos básicos de nossa fé. Se for aplicada alguma atividade, que esta seja para desenvolver o espírito comunitário de fraternidade, partilha, amizade e ajuda mútua.

Pode-se também pedir a ajuda para a família, sobre questões práticas.

g) Guardar para vida.  Este passo dá importância à Bíblia. Precisamos que nossos catequizandos tenham na vida e na fala a Palavra de Deus. A partir do assunto tratado no encontro, podemos usar uma ou duas frases, tiradas dos textos bíblicos usados que dão a síntese do conteúdo, para serem compreendidas e vivenciadas.



As frases poderão ser escritas em papelógrafo ilustradas com desenhos, ou figuras e fixadas em local para serem vistas e memorizadas.

h) Avaliar.  A avaliação ajuda a alegrar-se com as descobertas feitas, pelo que aconteceu de bom. É ela também que faz verificar as falhas, corrigir o que não foi bom.



Não podemos ficar somente no que o catequizando “aprendeu”, isto é, se sabe os mandamentos, sacramentos, mas é preciso avaliar as relações interpessoais, a responsabilidade, o comprometimento, o assumir os valores evangélicos como: diálogo, partilha, capacidade de perdoar, atitudes de fraternidade.

A avaliação é um passo precioso de crescimento. Ela faz parte de qualquer encontro.

São muitas as formas de avaliar. Pode-se utilizar dinâmicas, debates, partilha em grupo, individual, ou ainda, os próprios participantes escolhem alguém que no final do encontro poderá dar a sua opinião.

A grande fonte de avaliação é a observação atenta do que ocorre durante o processo catequético. Portanto, a avaliação não é só olhada dentro de quatro paredes, mas envolve a vida toda. 

Parece simples preparar um encontro mas, como vemos, exige do(a) catequista dedicação, carinho e aprofundamento para tornar cada encontro, um espaço de crescimento mútuo.

Ao olharmos Jesus com seus apóstolos, veremos que seu método também tinha estes passos. É só verificar algumas passagens, como a dos discípulos de Emaús (Lc 24, 13-35) ou ainda o encontro com a Samaritana (Jo 4, 1-30) ou Zaqueu (Lc 19, 1-10).

Qualquer ambiente era propício para acolher-ensinar-aprender-conviver. Para Ele a importância estava nas pessoas. 

Ir. Marlene Bertoldi
Fonte: www.pime.org.br

Violência - Encontro para Catequese

Teatro
Tema: Violência
Entram dois alunos com o papel na mão e começam os diálogos:
Ricardo:
– Você viu o jornal de ontem Pedro? Cara só se fala em violência.
Pedro:
– É Ricardo, parece que as pessoas agora transpiram a irritação, desacato, a impaciência. O que será que esta acontecendo com as pessoas?
– Olha Ricardo, a violência não está só na cidade grande não! Ela está em todo lugar. Até mesmo na nossa casa e na nossa escola. As pessoas estão brigando com a própria sombra.
Ricardo:
– Sabe Pedro, acho que o mundo esta sem fé, sem religião, sem Deus.
Entra em Cena:
02 alunos mascarados com armas de brinquedo e diz:
1º Assaltante:
– Mãos ao alto! Isto é um assalto.
Ricardo:
Calma, Calma, não temos nada, só a nossa fala.
2º Assaltante:
– Não tem importância, passe esse papel ai mesmo.
Saem correndo com papel nas mãos.
Os dois assustados falam:
Pedro:
– E agora, como vamos falar de violência.
Ricardo:
– É Roubaram a nosso texto!!!
Passa entre eles um casal com a mulher sendo espancada.
– Pra casa sua safada, isto é hora de chegar do serviço! Cadê minha janta?
Pedro diz:
– Ricardo você viu isto!!!
Entra uma mãe e uma criança. Ela bate na criança e diz:
– Sem vergonha, eu não falei pra você tomar conta dos seus irmãos, lavar a louça, varrer a casa e fazer a comida! Toma pra você aprender.
Ricardo:
– Meu Deus! O que esta acontecendo?
Entra 03 alunos brigando por causa de um brinquedo.
1º aluno:
– É meu.
2º aluno:
– Nada disso, eu vi primeiro:
3º aluno:
– Larga que é meu, foi eu que peguei.
E se dão chutes pontapés.
Entra um professor tenta desapartar e leva um chute. Pega os garotos pela gola e diz:
– Vão para a direção. Onde já se viu brigar dentro da escola e ainda por cima na frente de toda essa gente!!!
Pedro e Ricardo parecem mudos, passada a surpresa falam.
Pedro:
– Coitados de nós! Toda essa violência aqui retratada, ainda é pouca.
Ricardo:
– É Pedro, são muitos tipos de violência:
– A discriminação, seja ela qual for.
– A miséria, os baixos salários, o desrespeito para com a saúde pública, o estupro, o seqüestro em fim é tanta violência que às vezes perdemos a noção do que é certo ou errado.
Voltam os assaltantes
Mãos ao alto! Isto é um assalto
Pedro:
– De Novo! Vocês já nos assaltaram hoje!!!
1º Assaltante:
I daí!!! Passa Tudo.
Entra dois policiais
– Peguei vocês!
– Agora vão vê o sol nascer quadrado. Vão a julgamento.
"Todos os personagens voltam a cena discutindo a violência sofrida, porém em voz baixa e de fundo musical a música a seguir. (Poderá ter pelo menos duas crianças de preto dançando, enquanto as cenas de fundo relatam a violência)"

Ricardo:
A melhor solução para se combater a violência é procurar ter Deus no coração e promover a paz.
Pedro:
–Claro Ricardo, violência gera violência e não há melhor solução do que essas que você citou.

FIM
 
SUGESTÃO DE ENCONTRO:

a) Para ler: Atos 7, 55 - 60 e Mateus 5, 9
b) Para conversar
1. Por que há tanta violência hoje em dia?
2. O que fazer para diminuir a violência?
3. Há muitas brigas em sua casa?
c) Para saber
Os meios de comunicação social, principalmente a TV, o consumismo, a falta de conversão das pessoas, o imediatismo (querer tudo na hora), a fadiga (estresse), a vaidade, o orgulho, os vícios, principalmente da bebida, a ambição, a falta de misericórdia são as principais causas da violência no mundo atual.
A TV mostra violência (e bastante!) como a coisa mais normal deste mundo. Até desenhos animados aparentemente inofensivos mostram abundantemente a violência, desde os desenhos do pica-pau (que sempre faz coisas erradas e quase sempre sai ganhando), até o Tom & Jerry, que estão sempre brigando desde que foram criados.
De certa forma a violência começa já na família: além da influência da TV há os grandes problemas da atualidade, como o trânsito engarrafado, a falta de tempo, a correria, a falta de emprego, a vida desconfortável, falta de realização profissional e pessoal etc. O pai chega nervoso do trabalho, encontra a mãe nervosa porque acabou o gás, acabou a comida, ou ambos chegam nervosos do trabalho e assim começa a briga.
Para pôr um fim nisso tudo, as pessoas deveriam aprender a estar mais a serviço umas das outras e confiar mais na Graça de Deus, em sua Providência Divina.
É claro que precisamos mudar esse mundo louco, mas é certo também que precisamos nos santificar, mudar a nossa vida para melhor, meditar mais, tentar deixar para lá certos acontecimentos e certo problemas do dia-a-dia. Se deixarmos de lado o nosso egoísmo, comodismo, viadade, e sermos um pouco mais humildes e misericordiosos em nosso relacionamento, a violência, mesmo se não acabar, ao menos tornar-se-á menor.
O consumismo, unido à propaganda, causa a violência enquanto coloca no pensamento de certas pessoas o desejo de bens supérfluos e de consumo que elas não podem obter se não roubando dos outros. As drogas entram talvez nesse campo: a maioria dos roubos e assassinatos da atualidade está ligada ao vício e ao tráfico de drogas, pois exigem do viciado muito dinheiro. Para sustentar o vício ele se torna também um traficante e assim por diante.
d) Para viver
Procure começar o dia levantando-se com tempo para fazer suas obrigações sem correria. Faça tudo sem perder tempo, mas com calma. O que você não conseguir fazer bem hoje, faça-o amanhã, que talvez saia melhor. Sempre pense que Deus existe e está olhando por nós. Ao fazer algo mais difícil e enervante, relaxe e pense: "Será que isso tem tanta importância assim?"
Separe um tempo diariamente para a oração e meditação. Isso ajuda muito a vencer o nervosismo.
Ao peceber que uma discussão vai começar, abaixe a voz e reflita se a outra pessoa está ou não com a razão. Pode ser que o errado seja você.
Quanto ao problema das drogas, é um pouco mais complexo. Se você é o viciado, procure imediatamente ajuda. Fale com o padre. Se for o seu amigo, procure aconselhá-lo a procurar ajuda.
e) Para fazer

Senhor nosso Deus, / dai-nos a paciência necessária / para trabalharmos assiduamente / pelo vosso Reino de Amor. / Dai-nos também a graça / de sermos mansos e humildes de coração / como Jesus Cristo, vosso Filho, que convosco vive e reina, / na unidade do Espírito Santo. Amém.

____________________________Catequese com Crianças_______________________

Outra sugestão de Encontro
Objetivo: As crianças deverão perceber que todos nós podemos colaborar para criar um ambiente de amizade e paz em torno de nós. Quando somos crianças boas e simpáticas cultivaremos bons amigos. Que a violência só gera violência. Violência não é só bater, empurrar,etc, mas também ofender e desrespeitar outras pessoas.
Primeiro Momento:
1. Perguntar as crianças:
QUEM VOCÊS PREFEREM PARA SER SEU AMIGO: UM MENINO AGRADÁVEL E EDUCADO OU UM MENINO BRIGÃO?
POR QUÊ? Ouvir as crianças
2. Atividade ReflexivaConversar com as crianças as consequências desagradáveis da violência dos "brigões".Dar exemplos da vida infantil. Explicar que a violência não é só bater, empurrar, chutar alguém , mas também ofender, xingar, tratar mal desrespeitar.
Segundo Momento: NARRAR a história: A FLORZINHA AMOROSANo recreio da escola, Ritinha organizava a brincadeira:
-Joana, Lina, Lucinha, venham para o meu grupo!...Você não Ivete!
- Por que não, Ritinha?
- Você está muito gorda! Não vai correr direito! Você também não vai brincar no meu grupo.
Alfredo! Menino atrapalha!...
A professora observava tudo. Quando retornaram à sala, ela disse que ia apresentar um teatrinho e era importante que prestassem muita atenção
E o teatrinho começou(narrar utilizando o recurso de teatro de vara)NARRADOR: Três borboletas voavam alegres de flor em flor num jardim. De repente, caiu uma chuva forte.
As borboletas corriam para todos os lados à procura de um abrigo quando viram uma linda orquídea
amarela onde poderiam pousar. A borboleta amarela aproximou-se e falou:
BORBOLETA AMARELA:Amiga orquídea podemos nos abrigar na sua corola até passar a chuva?
ORQUIDEA: Nada disso! Não sou guarda-chuva! Não vê que sou uma flor rara? Procurem outro lugar. O problema é de vocês.
NARRADOR: As borboletas levaram um susto com a agressividade da orquidea.Voaram para longe até que viram um lírio muito branco.
BORBOLETA BRANCA: Sr. Lirio Branco poderiamos nos abrigar na sua corola até passar a chuva?
LIRIO: - Você pode porque é da minha cor. As outras borboletas não! Não me misturo!
BORBOLETA BRANCA:- Então nada feito! Só ficaremos juntas. Amiga Petúnia, poderíamos nos abrigar na sua corola até passar a chuva?
PETÚNIA: - Claro que sim. Vou procurar abrir um pouco mais a minha flor para abrigar vocês três. Que alegria ser útil!
BORBOLETAS:- Obrigada, obrigada...
NARRADOR: Quando as borboletas iam voar para a Petúnia, a chuva passou e o Sol bem forte apareceu, secando as asas das borboletas enquanto voavam. Elas não precisaram mais abrigar-se na Petúnia,mas uma grande amizade surgiu a partir daquele momento.
(TERMINAR COM AS BORBOLETAS POUSANDO JUNTO Á PETÚNIA).
Ao acabar o teatro a professora viu que Ritinha aproximou-sede Ivete e Alfredo, falando-lhe:
- Desculpem-me pelo que fiz na hora do recreio
Terceiro Momento: Explorar a história avaliando também sua compreensão:
- O que acharam da atitude da Orquídea?
-E do Lírio?
-E da Petúnia?
-Qual dessas flores vocês gostariam de ter como amiga? Por que?
-A atitude de Ritinha no recreio foi parecida com a de qual flor?

-Aqui na catequese não há recreio, mas na escola vocês já presenciaram fatos que nem o da história?
Concluir que para viver feliz é preciso respeitar todas as pessoas nunca fazendo o mal.
Quarto Momento: ATIVIDADE CRIATIVA
a) Cada criança fará uma dobradura simples de borboleta, pinturas.
Explicar que as borboletas têm uma "escaminhas" que podem arranhar os olhos. Por isso não devemos segurar borboletas: só as feitas de papel.

________________Catequese com Crianças__________________

Peça de Teatro: Paz

Em busca da Paz

O Mundo está sentado no chão, chorando.

Chega uma criança.
Criança – Quem é você? Porque está chorando?
Mundo – Eu sou o Mundo e estou muito triste e fraco. Eu só vejo roubo, pessoas com fome, crianças sem escola, destruição, gente doente, brigas.
Criança – É verdade. Como vamos morar num mundo assim?Mundo – Só tem um jeito, você precisa me ajudar.
Criança – Qual?
Mundo – Procurar a Paz.
Criança – Onde ela mora?(Mundo desmaia)
Criança – (Falando para o público) Nossa! O Mundo desmaiou. Ele deve estar muito fraco mesmo. Vou ajudá-lo. Encontrarei a Paz.
(A criança começa a procurar, nisso entra um ser feio, sujo.)
Criança – Que susto! Quem é você?
Guerra – Sou a Guerra. Adoro briga, destruição, maldades. E você não vai brigar não? Todos brigam nesse planeta.
Criança – Não, eu não gosto de briga. Vou encontrar a Paz e acabar com isso. Já é tempo de mudar.(Toca a música “Viver” da Xuxa e entram as crianças caracterizadas de flores, aves e peixes)
Guerra – Odeio essa alegria toda! Vou embora! (Sai)
Criança – Ei, vocês precisam me ajudar. Onde está a Paz?
Flores – Pergunte para o mar.
Animais – Ou para a floresta.
Peixes – Ou para o céu.Criança – Cada um me diz uma coisa. Desse jeito nunca vou descobrir onde está a Paz.

segunda parte

(Nesse momento todos colocam as mãos nos olhos, pois um brilho muito forte se aproxima)

Flores – Olha o marido da lua!
Animais – O sol!
Criança – Senhor sol, me dê uma luz. Onde eu posso achar a Paz?
Sol – Vou te ajudar, linda criança. Não posso ficar muito tempo porque o Mundo precisa da minha luz e do meu calor. Segure isso (entrega um coração). Cuide bem dele. (Toca a música “Coração Criança” – Xuxa e todos os personagens dançam.
No final o Sol vai saindo.)
Criança – Espere, senhor Sol. O que eu faço com isso?
Sol – (Fala saindo de cena) Escute o seu coração! Escute o seu coração!(A criança anda de um lado para outro, olha o coração, coloca perto dos ouvidos, sacode e nada.)
Criança –(Desesperada) Socorro! Não sei mais o que fazer. Alguém me ajude!As flores, peixes e animais começam a fazer Tum-Tum, Tum-Tum, Tum-Tum e a criança imita, até que tem um estalo.)
Criança – Achei, achei a Paz! Ela mora dentro de cada um de nós. É só ouvir a voz do coração.(O Mundo desperta feliz)
Mundo – É verdade! Se todas as pessoas pararem para pensar, vão ver que brigas não levam a nenhum lugar.
Guerra – Agora eu aprendi, tudo depende de nós. Juntos, podemos fazer um Mundo melhor.
Todos se abraçam e se confraternizam. Música final – “Depende de nós” - Ivan Lins

Ps: Não descobri o autor da peça.

   ________________________Catequese com Crianças_____________________

História para contar...









            ______________________Catequese com Crianças______________________


Uma dinâmica bem legal e divertida!!!


- Avião da PAZ –  
Os catequizandos fazem a dobradura do avião, escrevem mensagens de PAZ e em uma área livre (quadra, pátio, praça), com o catequista, jogam os aviões ao ar livre, depois cada um pega o avião que cair próximo de si e confere a mensagem e quem a escreveu. 
(Lançados ao ar, os aviões irão se misturar e assim farão a troca de mensagem)
Após cada um pegar a sua mensagem, poderão finalizar com o abraço da PAZ.

Bom, foi essas ideias que apresento para trabalhar com o tema Violência. Espero que gostem.
Escreva num papel tudo o que irrita você e tente preparar-se para esses acontecimentos. Se você for resolver um problema preparado para não brigar, vai conseguir êxito, e não precisará ser violento.
f) Para rezar

OBRIGADO !!!

A DIREÇÃO DO BLOG 
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segunda-feira, 25 de junho de 2012

TAU SÃO FRANCISCO

O TAU E SÃO FRANCISCO
São Francisco participou de um concílio e neste concílio, onde o Papa declarou que o SINAL dos eleitos era um TAU e que todos aqueles que carregassem esse "TAU" estariam como que caminhando na garantia da sua salvação. Quando S. Francisco ouviu aquilo ele imediatamente colocou o TAU no seu pescoço e nunca mais retirou dele e, por isso, o TAU se transformou num sinal Franciscano.

O TAU, O CORDÃO E OS TRÊS NÓS
Em geral o Tau é pendurado no pescoço pôr um cordão com três nós. Este cordão significa o elo que une a forma de nossa vida. O fio condutor do Evangelho. A síntese da Boa Nova são os três conselhos evangélicos = obediência, pobreza, pureza de coração. Obediência significa acolhida para escutar o valor maior. Quem abre os sentidos para perceber o maior e o melhor não tem medo de obedecer e mostra lealdade a um grande projeto. Pobreza não é categoria econômica de quem não tem, mas é valor de quem sabe colocar tudo em comum. Ser pobre, no sentido bíblico-franciscano, é a coragem da partilha. Ser puro de coração é ser transparente, casto, verdadeiro. É revelar o melhor de si. Os três nós significam que o obediente é fiel a seus princípios; o pobre vive na gratuidade da convivência; o casto cuida da beleza do seu coração e de seus afetos. Tudo isto está no Tau da existência!

USAR O TAU É LEMBRAR O SENHOR
Muita gente usa o TAU. Não é um amuleto, mas um sacramental que recorda um caminho de salvação que vai sendo feito ao seguir progressivamente, o Evangelho. Usar o TAU é colocar a vida no dinamismo da conversão: cada dia devo me abandonar na Graça do Senhor, ser um reconciliado com toda a criatura, saudar a todos com a Paz e o Bem. Usar o Tau é configurar-se com aquele que um dia ilumina as trevas do nosso coração para levar-nos à caridade perfeita. Usar o Tau é transformar a vida pela Simplicidade, pela Luz e pelo Amor. É exigência de missão e serviço aos outros, porque o próprio Senhor se fez servo até a morte e morte de Cruz.

DEUS NOS PERDOA E NOS RESTAURA

Mesmo em nossas quedas podemos clamar pelo Senhor

Mesmo tendo Adão desobedecido à ordem d'Aquele que o criara, no caos do jardim causado pelo pecado, Deus vem ao encontro de Adão e chama-o pelo nome. Veja que beleza: Deus chama-o pelo nome! Adão, no entanto, se esconde, por vergonha do Senhor.

É isso que faz o pecado em nós! Ele nos afasta d'Aquele que é nosso maior tesouro, e nos priva de participar da riqueza que o Senhor do jardim pode e quer nos oferecer. E também nos deixa envergonhados  e, mesmo sem percebermos, nos “escondemos” de Deus Pai. “A mulher que tu me deste por companheira, foi ela que me deu do fruto da árvore, e eu comi”. (Gn 3,12) Quantas vezes também nós, a exemplo de Adão, ficamos procurando justificativas de nossos pecados?
Com isso somos inseridos em um gírio de insensatez e ficamos sempre encontrando justificativas para nossas transgressões e, como se não bastasse, ainda colocamos a culpa, muitas vezes,  no outro. É o gírio da insensatez que vai cada vez mais nos envolvendo, deixando-nos desorientados e longe de Deus.
Aquele que criou o ser humano, agora contempla Sua obra “arranhada” por causa do mau uso da liberdade que foi concedida como dom. Mas esse amor, que fez a criação acontecer, que O motivou a dialogar com o homem desobediente, é o mesmo amor que vai selar uma aliança que, em Jesus Cristo, encontrará  plenitude. Dando-nos o Seu Espírito e o Seu Filho, Deus estende novamente os braços para nós e nos possibilita participar novamente de Sua graça. Graça essa que nos faz ir além, nos motiva a cantar hinos e louvores e é oferecida a todos.
Mesmo nas profundezas de nossas transgressões, podemos, por graça, clamar pelo Senhor com a certeza de que não seremos envergonhados. N'Ele e por Ele encontramos o perdão de nossas faltas e a restauração de nossa beleza das origens.
Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)

Não julgues

O Evangelho de hoje nos diz o seguinte:
Não julgueis, e não sereis julgados. Pois com o mesmo julgamento com que julgardes os outros sereis julgados; e a mesma medida que usardes para os outros servirá para vós. Por que observas o cisco no olho do teu irmão e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Ou, como podes dizer ao teu irmão: Deixa-me tirar o cisco do teu olho, quando tu mesmo tens uma trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu próprio olho, e então enxergarás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão. (Mt:7,1-5)

E ao abrir o livrinho "Comece o Dia Feliz", li esta mensagem:
Os juízos dos mortais costumam ser feitos de maldade, de injustiça e de inveja.
Os Juízos de Deus serã suaves, justos e misericordiosos. Viva cada instante como se tivesse a sensação de estar sendo visto por Deus, como na verdade está. Tenha sempre presente diante de si este pensamento que conforta e alenta, ao mesmo tempo em que adverte e acorda a sua consciência: "Deus me vê e me julgará". É o que importa na condução da sua vida.
Como eu não acredito em conscidência, achei que devia compartilhar esta reflexão com vocês.

Aproveito para deixar alguns pensamentos que coloquei na página
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Uma semana feliz e abençoada para todos!

domingo, 24 de junho de 2012

Preocupai-vos com o Reino dos céus


Padre José Augusto
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
O Senhor quer nos alimentar com sua Palavra, é Deus que deseja falar em nós. No evangelho, Deus nos mostra duas realidades: a preocupação dos homens e a preocupação de Deus, porém é nós que precisamos nos preocupar com as coisas de Deus.

Na Terra Santa, existe o monte das Bem-aventuranças, de frente ao Mar da Galileia, esse é o cenário do evangelho de hoje. Os discípulos, assim como nós, estavam com muitas preocupações e Jesus, percebendo isso disse: “Vocês estão vendo as aves do Céu, quem dá de comer a elas é o Pai do Céu, se Ele dá as aves, não dará a vocês?” Deus quer cuidar de nós, seja do vestir, do comer ou como da sua família.

Hoje em dia, é comum vermos nos meios de comunicação muitos, por conta das preocupações chegam ao extremo de se matar. Precisamos aprender a viver com a simplicidade as coisas. Sabemos que o desemprego assola a muitos, mas será que somos nós que queremos escolher o emprego que queremos, mas não enxergamos o emprego que Deus quer nos dá. Emprego tem, mas não tem do jeito que queremos. Mãos à obra, o Pai deu emprego para todos. O Pai do Céu é bom! Mas precisamos dar passos concretos em direção à vontade de Deus.

O povo começa a murmurar contra a Deus: “Oxalá tivéssemos sido mortos pela mão do Senhor no Egito, quando nos assentávamos diante das panelas de carne e tínhamos pão em abundância! Vós nos conduzistes a este deserto, para matardes de fome toda esta multidão”Ex 16,3

Mas, Deus cumpre a sua promessa: “À tarde, com efeito, subiram codornizes (do horizonte) e cobriram o acampamento; e, no dia seguinte pela manhã, havia uma camada de orvalho em torno de todo o acampamento.” Ex 16, 13

Se Deus alimenta as aves do céu, também vai alimentar você, busque esperar e firmar-se fé em Deus, pois Deus cuida de nós.
"Precisamos nos preocupar com o Reino dos Céus"
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com

Precisamos observar de que forma Deus quer lhe ajudar. Ele nos diz que precisamos buscar em primeiro lugar o Reino dos Céus, e é lá que devemos estar todos juntos um dia. Nós temos medo do reino dos céus, muitos de nós temos até duvida que realmente existe. Esperamos milagres, queremos que Jesus resolva nossos problemas, que realize seus sonhos materiais. Não esqueça de que Jesus abriu as portas dos Céus para você, e você ainda se preocupa com as coisas pequenas. Busque ter a preocupação de Jesus: o Reino dos Céus. De que adianta ter todos os tesouros do mundo e perder a vida?

Se morrermos de fome, que morramos em Cristo. A preocupação de Deus é com a nossa Salvação. Você tem se preocupado com isso? Saiba que a qualquer momento poderemos ser chamados.

Volte para a casa do Pai, não se distancie mais. Ele quer ficar com você, mas se você se afastar dele jamais verá o Pai. Não podemos fechas as portas que Jesus Cristo nos abriu, não permitamos que isso aconteça. Deus nunca vai deixar de dar seu perdão para aqueles que O buscam de coração sincero. A nossa preocupação deve ser a de Deus.
Padre José Augusto
Padre da Comunidade Canção Nova