sexta-feira, 19 de abril de 2013

Tão antigo, e sempre novo...



Parágrafo 20 da Exortação Apostólica CATECHESI TRADENDAE de sua santidade João Paulo II. Ao episcopado, ao clero e aos fiéis de toda a Igreja sobre a catequese em nosso tempo.(Ano de 1979)


Finalidade específica da catequese
A finalidade específica da catequese, no entanto, não deixa de continuar a ser a de desenvolver, com a ajuda de Deus, uma fé ainda inicial. A de promover em plenitude e de alimentar quotidianamente a vida cristã dos fiéis de todas as idades. Trata-se, com efeito, de fazer crescer, no plano do conhecimento e da vida, o gérmen de fé semeado pelo Espírito Santo, com o primeiro anúncio do Evangelho, e transmitido eficazmente pelo Batismo.
  
A catequese, portanto, há-de tender a desenvolver a inteligência do mistério de Cristo à luz da Palavra, a fim de que o homem todo seja por ele impregnado. Deste modo, transformado pela ação da graça em nova criatura, o cristão põe-se a seguir Cristo e, na Igreja, aprende cada vez melhor a pensar como Ele, a julgar como Ele, a agir em conformidade com os seus mandamentos e a esperar como Ele nos exorta a esperar.
  
Mais precisamente, a finalidade da catequese, no conjunto da evangelização, é a de construir a fase de ensino e de ajuda à maturação do cristão que, depois de ter aceitado pela fé a Pessoa de Jesus Cristo como único Senhor e após ter-Lhe dado uma adesão global, por uma sincera conversão do coração, se esforça por melhor conhecer o mesmo Jesus Cristo, ao qual se entregou: conhecer o seu «mistério», o Reino de Deus que Ele anunciou, as exigências e promessas contidas na sua mensagem evangélica e os caminhos que Ele traçou para todos aqueles que O querem seguir.
  
Se  é verdade, portanto, que ser cristão significa dizer «sim» a Jesus Cristo, convém recordar que tal «sim» se situa a dois níveis: consiste, antes de mais, em abandonar-se à Palavra de Deus e apoiar-se nela; mas comporta também, num segundo momento, o esforçar-se por conhecer cada vez melhor o sentido profundo dessa Palavra. 

Bom Dia, Espírito Santo, conforto dos sofredores



BOM DIA, ESPÍRITO SANTO,
conforto dos sofredores.
Afastai do meu dia todos os sofrimentos
e angústias. Que eu possa superar tudo
o que de mal me acontecer contando
com a vossa graça e com a vossa
proteção. Que não abata sobre mim o
desespero mas sim a força de superar
barreiras que me vem de vós.
Que todas as formas de sofrimento se
afastem do meu dia e que eu possa
perceber a vossa ação consoladora a
me amparar. Que possa também ser
amparo para todos aqueles que sofrem
injustiça e que estão desesperados e
desamparados.

Vinde, Espírito Consolador.


“Se me amais, observareis os meus
mandamentos; e eu rogarei ao Pai e ele
vos dará outro Consolador, para que fique
eternamente convosco” (Jo 14,15-16)

Um Encontro Maravilhoso


Um dia, levantei-me de manhã cedo para assistir o nascer do sol. A beleza da Criação Divina estava além de qualquer descrição. Enquanto eu assistia, louvei ao *SENHOR* pelo Seu belo trabalho. Sentado lá, senti a presença de *DEUS* comigo. Ele me perguntou:
"- Você me ama?"
Eu respondi:
- É claro, *SENHOR*! Tu és o meu *SENHOR* e Salvador!
Então Ele perguntou:
"- Se você tivesse alguma dificuldade física, ainda assim Me amaria?"
Eu fiquei perplexo...
Olhei para meus braços, pernas e para o resto do meu corpo e me perguntei quantas coisas eu não seria capaz de fazer... Coisas que eu dava como certas.
E eu respondi:
- Seria difícil *SENHOR*, mas eu ainda o amaria.
Então o *SENHOR* disse:
"- Se você fosse cego, ainda amaria minha criação?"
Como eu poderia amar algo sem a possibilidade de vê-lo? Então eu pensei em todas as pessoas cegas no mundo... E quantos deles ainda amam a *DEUS* e Sua Criação.
Então respondi:
- É difícil pensar nisto, mas eu ainda o amaria.
O *SENHOR* então perguntou-me:
"- Se você fosse surdo, ainda ouviria Minha Palavra?"
Como poderia ouvir algo sendo surdo? Então eu entendi. Ouvir a "Palavra de DEUS" não é simplesmente usando os ouvidos, mas nossos corações. Eu respondi:
- Seria difícil, mas eu ainda ouviria Tua palavra!
O *SENHOR* então perguntou:
"- Se você fosse mudo, ainda louvaria Meu nome?"
Como poderia louvar sem uma voz?
Então me ocorreu:
*DEUS* deseja que cantemos de toda nossa alma e todo nosso coração. Não importa como possa parecer.
E louvar a *DEUS* não é sempre com uma canção... Mas quando somos oprimidos, nós louvamos a *DEUS* com nossas palavras de gratidão.
Então eu respondi:
- Embora eu não pudesse fisicamente cantar, louvaria ainda o Teu Nome.
E o *SENHOR* perguntou:
"- Você realmente Me ama?"
Com coragem e forte convicção, eu respondi seguramente:
Sim, *SENHOR*! Eu te amo! Tu És o Único e Verdadeiro *DEUS*!
Eu pensei ter respondido bem, mas então *DEUS* perguntou:

"- ENTÃO POR QUE PECAS?"
Eu respondi:
- Porque sou apenas um humano. Não sou perfeito!

"- ENTÃO PORQUE EM TEMPOS DE PAZ VOCÊ SE DISTANCIA?" "PORQUE SOMENTE EM TEMPOS DE PROBLEMAS VOCÊ ORA COM FERVOR?"

Sem respostas... Somente lágrimas...
O *SENHOR* continuou:
"- Por que cantas somente nas confraternizações e nos retiros?"
"- Por que Me buscas somente nas horas de adoração?"
"- Por que Me perguntas coisas tão egoístas?"
"- Por que Me fazes perguntas tão sem Fé?"
As lágrimas continuavam a rolar em minha face....
"- Por que você está com vergonha de MIM?"
"- Por que você não está espalhando as Boas Novas?
"- Por que em tempos de opressão, você chora a outros quando EU ofereço Meu ombro para você chorar nele?"
"- Por que cria desculpas quando lhe dou oportunidades de servir em Meu Nome?"
Eu tentei responder...
Mas não havia resposta a ser dada.
"- Você é abençoado com vida!"
"- EU não lhe fiz para que jogasse este presente fora."
"- EU lhe abençoei com talentos para Me servir, mas você continua a se virar..."
"- EU revelei Minha Palavra a ti, mas você não progride em conhecimento."
"- EU falei com você, mas seus ouvidos estavam fechados."
"- EU mostrei Minhas Bençãos, mas seus olhos se voltavam pra outra direção.
"- EU lhe mandei servos, mas você se sentou ociosamente enquanto eles eram afastados."
"- EU OUVI AS SUAS ORAÇÕES E RESPONDI A TODAS ELAS."
"- VOCÊ VERDADEIRAMENTE ME AMA?"

Eu não pude responder...Como eu poderia? Eu estava, inacreditavelmente, constrangido. Eu não tinha desculpa. O que eu poderia dizer?
Quando meu coração chorou e as lágrimas não se controlavam, eu disse:
- Por favor, perdoe-me *SENHOR*. Eu não sou digno de ser seu filho...
O *SENHOR* respondeu:
"- Esta é Minha Graça, Minha Criança..."
Eu perguntei:
- Então por que continuas a me perdoar??
- Por que me amas tanto?"
O *SENHOR* respondeu:
"- Porque você é Minha Criação! Você é Minha Criança!"
"- EU nunca te abandonarei!"
"- Quando você chorar, EU terei compaixão e chorarei com você..."
"- Quando você estiver alegre, EU vou rir com você..."
"- Quando você estiver desanimado, EU te encorajarei..."
"- Quando você cair, EU vou te levantar..."
"- Quando você estiver cansado, EU te carregarei..."
"- EU estarei com você até o Final dos Tempos, e Te Amarei Para Sempre!"

Eu jamais chorara daquela maneira antes. Como pude ter sido tão frio? Como pude ter magoado *DEUS* como fiz?

Eu perguntei à *DEUS*:
- Quanto me amas?
Então, O *SENHOR* esticou Seu braço... E eu vi "Suas Mãos com Enormes Buracos Sangrentos"...
Logo, curvei-me aos pés de JESUS CRISTO, meu Salvador...
E, pela primeira vez, eu Orei, verdadeiramente!

A CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA


A palavra Eucaristia significa ação de graças; é dizer muito obrigado a Deus por toda a criação e pelo seu filho Jesus que veio realizar o plano de salvação para nós. É o agradecimento que a Igreja dirige a Deus, pois Jesus se tornou para nós alimento de vida eterna.

Para designar a eucaristia, usamos vários termos como:
 Ceia do Senhor (l Cor 11, 20);
 O partir do pão (At 2,46);
 Missa (católicos, ortodoxos, alguns luteranos). A palavra vem do latim rnissio e significa a ordem de ir executar uma ordem ou simplesmente ir embora.

A missa é, portanto, o grande louvor que nós elevamos a Deus e através desse ato de louvar nos comprometemos a executar a ordem do próprio Deus que consiste em participar da construção de uma nova sociedade.

Para podermos celebrar bem a missa, é bom conhecer suas partes ou ritos. Não podemos esquecer que essas partes devem permanecer unidas, pois todas são importantes.
PARTES DA MISSA 

lntrodução: normalmente há um comentário inicial, explicando o sentido da missa e o que Deus vai nos falar; 
Procissão de entrada: o celebrante entra enquanto a assembleia entoa o canto de entrada. É a primeira manifestação de alegria do povo reunido por Deus;

O sinal da cruz: demonstra que a missa é realizada em nome de Deus (Trindade Santa);

O ato penitencial: faz-nos reconhecer que somos pecadores, no entanto, também devemos tomar consciência de que Deus é misericórdia e nos perdoa sempre;
O hino de louvor: convida-nos a louvar nosso Deus que nos ama e nos liberta;
 A oração da coleta: reúne todas as intenções da Igreja e do povo presente;
1 - LITURGIA DA PALAVRA 

 Primeira leitura: na maioria das vezes é tirada do Antigo Testamento; às vezes, é dos Atos dos Apóstolos e do Apocalipse;
 Salmo responsorial: é uma resposta à Palavra que ouvimos na primeira leitura;
 Segunda leitura: mostra-nos a doutrina dos apóstolos;
 O evangelho: Deus nos fala por intermédio de Jesus, a Palavra viva.
 A homilia: reflexão sobre a palavra que ouvimos nas leituras;
 O credo: professamos a nossa fé;
 A oração da assembleia: fazemos os nossos pedidos a Deus.


2 - LITURGIA EUCARÍSTICA
Apresentação das oferendas: ofertamos nossa vida junto com o pão e o vinho;
O prefácio: hino de ação de graças, que inicia a oração eucarística;
Oração eucarística: é a narração da Paixão, morte e ressurreição e glorificação de Jesus. Nela, temos a consagração em que o pão e o vinho se tornam corpo e sangue de Cristo.

Pai nosso: mostra-nos que somos filhos e filhas do mesmo Pai;

O abraço de paz: é o sinal de fraternidade e de união;

A comunhão: recebemos o corpo de Cristo, alimento de nossa vida espiritual.

3 - RITOS FINAIS 
Bênção final: Deus, por meio do padre, nos abençoa e nos envia para a nossa missa na vida cotidiana. 


Fonte:Desconhecida

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Pontificado de Francisco será consagrado a Virgem de Fátima

No próximo dia 13 de maio, na cidade portuguesa de Fátima, onde em 1917 a Virgem Maria apareceu a três crianças, o Pontificado do Santo Padre o Papa Francisco será consagrado a Bem-Aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora de Fátima.



O pedido da Consagração foi feito pelo Papa a José IV, o Cardeal Patriarca de Lisboa e Presidente da Conferência Episcopal portuguesa Dom José da Cruz Policarpo. 


O Cardeal Policarpo anunciou: “O Papa Francisco pediu-me duas vezes que consagrasse o seu novo ministério a Nossa Senhora de Fátima. É mandato que posso cumprir no silêncio da oração. Mas seria belo que toda a Conferência Episcopal se associasse à realização deste pedido. Maria guiar-nos-á em todos os nossos trabalhos e também na forma de dar cumprimento a este desejo do Papa Francisco”.






Neste semana o Santuário anunciou que a consagração será inserida na programação da peregrinação internacional de 12 e 13 de maio, e que no dia da memória litúrgica 13, em momento a ser definido, a consagração será feita de maneira pública e solene. 

A peregrinação internacional de maio, celebrará os 96 anos da primeira aparição de Nossa Senhora aos videntes Lúcia, Francisco e Jacinta, e será presidida pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani JoãoTempesta, O.Cister.


FONTE: + Dominus Vobiscum +

Papa Francisco diz: "O centro de nossa fé não é somente um livro, mas uma história de salvação"

Na manhã de hoje, 12 de abril, o Santo Padre o Papa Francisco reuniu-se com a Pontifícia Comissão Bíblica, presidida pelo arcebispo Gerhard Ludwig Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, em virtude do final de sua Assembleia plenária anual cujo tema foi a “Inspiração e verdade na Bíblia”.

O Papa Francisco ressaltou seu compromisso com o pleno respeito à tradição da Igreja, a única habilitada a interpretar corretamente as escrituras, e rejeitou "a interpretação subjetiva" das mesmas. 

As Sagradas Escrituras — disse o Pontífice — são o testemunho escrito da Palavra divina, o memorial canônico que testemunha o acontecimento da Revelação. Portanto, a Palavra de Deus precede a Bíblia e a ultrapassa. Por isso, o centro de nossa fé não é somente um livro, mas uma história de salvação e, sobretudo, uma pessoa, Jesus Cristo, a Palavra de Deus que se fez carne. Precisamente porque o horizonte da Palavra divina abraça as Escrituras e se estende para além delas, é necessária a presença constante do Espírito Santo que “guia à toda verdade”. É necessário se inserir na corrente da grande Tradição que, com a ajuda do Espírito Santo e a orientação do Magistério, reconheceu os escritos canônicos como Palavra dirigida por Deus a seu povo e não cessou nunca de meditá-los e descobrir sua riqueza inesgotável”.

O Santo Padre fez um longa alusão ao Concílio Vaticano II e a Constituição Dei Verbum. Francisco reafirmou de maneira enfática a posição do magistério da Igreja, ao final do encontro disse o papa: "a interpretação das escrituras não pode ser apenas um esforço intelectual individual, mas deve ser sempre confrontado, inserido e autenticado pela tradição viva da Igreja", declarou. 

Quer dizer, os que esperavam um "afrouxamento" na ordem canônica vindo do Papa Francisco já podem se dar por vencidos, a Igreja de Jesus Cristo permanece a mesma, defendendo sua história e seus princípios, que são os de Cristo.
 

Pais e catequistas

Uma relação que quando bem conduzida só traz benefícios
No domingo anterior, domingo da Misericórdia , dia 7 de abril, tivemos nossa primeira reunião mensal de catequistas.
Após o momento de espiritualidade, onde também meditamos o terço da Divina Misericórdia iniciou-se a reunião onde partilhamos experiências positivas e também tivemos espaço para possíveis dúvidas ou queixas.
Dentre todos os assuntos tratados, chamou-me a atenção a difícil relação que alguns catequistas relatam ter no entendimento com pais e até catequizandos.
Curioso é que só se fica nas reclamações , na atitude de se querer impor pela força das palavras e função em que atua ,sem levar em conta as razões e expectativas dos pais.
O catequista não deve nunca se valer da posição de liderança que ocupa na missão de catequese e esquivar-se de ouvir e procurar entender as razões dos pais.
Ouvir é muito importante. Os pais precisam ser ouvidos e avaliados em suas justificativas.
Isto porque os pais podem ser diferentes dos catequistas em vários quesitos entre eles social e culturalmente falando, além também da diversidade de pontos de vista relativos à catequese de seus filhos.
O catequista precisa estabelecer limites apropriados para o seu próprio papel, procurando evitar conflitos entre ambos para que não se dificulte mais a relação catequista/pais.
É preciso identificar seu papel no trabalho com os pais, tal como fornecer informações e orientação de como educar crianças, apoio emocional, modelos de conduta, encaminhamento.
Uma linguagem adequada para comunicar-se com os pais também se faz necessário para que a mensagem seja entendida e consequentemente aceita.
Não se descarta aqui a hipótese de que realmente pode ser que certos pais sejam intransigentes demais , não valorizam o trabalho do catequista chegando a dificultar a relação do catequista com seu próprio filho. Nestes casos , o catequista deve sempre ter a quem recorrer. Em caso de conflitos mais graves, a coordenação ou mesmo o pároco devem estar prontos a dar o devido apoio tanto ao catequista como aos pais.
Muito cuidado com suas atitudes. Bater de frente nunca é a melhor solução. O catequista não deve nunca fazer do conflito uma guerra pessoal, mas sim, avaliar suas atitudes e palavras e fazer uma tentativa consciente de comunicar com aqueles que lhes parecem os mais difíceis.
Os catequistas devem ser sensíveis às necessidades dos pais.
Afinal, todos sabemos ser difícil essa relação pais/catequistas. Mas todos sabemos também que quando ocorre uma relação saudável entre catequistas e pais, a catequese flui melhor e mais produtiva. 
11/04/13 14:43:40

Deus está me esculpindo



DEUS... 
não me criou está me criando 
não me formou está me formando 
não me chamou está me chamando 
não me amou está me amando 
não me disse está me dizendo 
não me salvou está me salvando

EU... 
não cheguei lá estou indo 
não virei santo estou sendo santificado 
não me converti estou me convertendo 
não me encontrei estou me encontrando 
não sei o suficiente estou aprendendo 

DEUS... 
não me responde tudo ensina-me a pensar 
não me leva sempre manda-me caminhar 
não faz tudo por mim ensina-me a fazer 
não me empurra aponta a direção 
não me mostra tudo dá sinais 
não pára o rio ensina-me a atravessá-lo 
não tira os obstáculos ensina-me a superá-los

EU... 
não sou um nada eu somo e multiplico 
não sou coisa sou pessoa 
não sou número sou indivíduo 
não sou qualquer sou alguém 
não me sobreponho ponho-me no meu lugar 
não passo por cima caminho ao lado 
não me deixo pisar mas também não piso 
É Deus primeiro, depois eu e os outros, lado a lado. 
Se tiver que perder algumas vezes, entenderei. 
Daqui do meu ângulo, o mundo tem um só EU. 
Além do meu pequeno "eu" o mundo tem 6,5 bilhões de outros. 
O que mais existe no mundo é o "outro". 
Não posso querer que tudo passe pelo meu inacabado eu. 
Por isso, tomarei cuidado com este pronome. 
Eu demais quase sempre quer dizer outros de menos. 
Certamente não sou e não serei pessoa nota 10. Não sou máximo. 
Além disso, o PROCOM não costuma recomendar produtos falsos. 
Sou obra imperfeita e inacabada. 
O jeito é deixar que Deus termine o que começou em mim. 


www.padrezezinhoscj.com

Homilia do 3º Domingo da Páscoa – Ano C

Na força do Ressuscitado, a Igreja iniciou o seu trabalho evangelizador como nos testemunha o livro dos Atos dos Apóstolos. Duas são as reações provocadas: empatia e hostilidade. De um lado, os cristãos eram estimados por todos (At 4,33) pois não proclamavam uma verdade teórica, mas um novo modo de viver (At 5,20). Por outro lado, os cristãos eram perseguidos, porque falavam em nome do Senhor Jesus.
Hoje, ainda percebemos esta dupla reação. Mas é preciso ter clareza de que o mais importante é o testemunho, não as palavras. É preciso também reconhecer os limites dos cristãos, que pela falta de testemunho criam barreiras para que o mundo se encante pelo Evangelho. No caso da Igreja como instituição, é preciso um constante exame de consciência, reconhecendo que a igreja está em contínua reforma - Ecclesia semper reformanda.
No Evangelho, vemos que os discípulos ainda não haviam se deixado tocar totalmente pela força do Ressuscitado. Estavam em um estágio bem diferente daquele relatado na primeira leitura, ou seja, sem vitalidade. Mesmo tendo visto o Senhor, voltaram às atividades cotidianas. Além disso, realizavam um trabalho vão, pois não pescaram nada.
A presença de Cristo causou uma transformação, iniciada com uma provocação de fé: “joguem a rede do lado direito!” Deviam confiar, abrindo-se para a graça da fé, obedecer mesmo quando parecia improvável. Jogaram a rede do lado direito, que simboliza o lado das bênçãos, dos escolhidos (lá é o lugar dos benditos do Pai: cf. Mt 25), o lado da consciência, do sentido da vida. Devem, com esta atitude, lembrar que são escolhidos e agraciados, tendo consciência do sentido que o Senhor Ressuscitado traz para suas vidas. Devem deixar o estado de marasmo, abandonar a tristeza e abraçar a alegria, o sentido da vida e da missão. Agora a barca da Igreja vai pescar, e em sua rede caberá todos os tipos de peixes, simbolizados pelo número 153.
O maior milagre, no entanto, não foi a pesca. Mais importante foi a transformação de vida operada nos discípulos. Mais ainda a transformação de Pedro: de negador e temeroso em apóstolo do amor. Permitiu que a omissão e um coração vacilante se convertessem em amor ao Mestre: “Sim, Senhor, tu sabes tudo, tu sabes que eu te amo”.
Hoje a Palavra de Deus nos convida a uma transformação. As dificuldades (perseguições) devem se tornar alegria, à exemplo dos apóstolos ao saírem do Sinédrio, como nos diz o Salmo: “transformastes o meu pranto em uma festa” (Sl 29,12). Devemos transformar nosso coração temeroso e sem vitalidade em um coração cheio de vida, tocado pelo dinamismo do Ressuscitado. Para tanto, será necessário encher a vida de amor como Pedro o fez. Nosso apóstolo não fez uma confissão de fé como Tomé, mas uma confissão de amor que o tornou apto para conduzir a Igreja primitiva: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”.
 
Pe. Roberto Nentwig

Foco da Páscoa

Além de expressar o sentido de “passagem”, a Páscoa vem confirmar também o itinerário de toda mensagem cristã, isto é, a centralidade do Reino de Deus. Isto aparece na vida e nas palavras de Jesus, naquilo que é testemunhado pelos apóstolos e pelos prodígios na história bi-milenar da era cristã, mesmo convivendo com forças contrárias e destruidoras do bem.

Todo bem realizado, em vista da liberdade e na defesa da dignidade das pessoas, está fundamentado nos objetivos do Reino. É ser diferente de atitudes egoístas, mas fruto de prática do amor, próprio do cristão no seguimento de Jesus Cristo. Diz a bíblia que até um copo de água dado ao outro, “por ser de Cristo” (Mc 9, 41), será recompensado.

Temos muitas oportunidades para fazer o bem. Até as atitudes de educação, de respeito ao outro, à natureza, ao bem público, às práticas de honestidade, são expressões do bem. Jogar lixo na rua, estragar as plantas do jardim público, deixar água parada no quintal reproduzindo mosquito da dengue, tudo isto é deixar de fazer o bem.

Sem a presença pascal de Cristo ressuscitado, muitos dos nossos atos se tornam estéreis. Ao lançar a rede de novo, os pescadores “pegaram 153 grandes peixes” (Jo 21, 11), fruto da fecundidade da palavra de Cristo. Ouvir e seguir a Palavra de Deus qualifica e dá dimensão de fertilidade em nossas atividades. Os frutos são muito mais abrangentes.

O destino da história é o Reino de Deus. Reino que deve começar hoje, tendo sua plenitude na eternidade. Não tem como dimensionar este mistério, que tem sua luz e foco na páscoa de Jesus Cristo. É o que alimenta nossa fé, provoca a caridade e motiva nossa esperança. Sem isto não conseguimos uma felicidade duradoura.

No mundo de sofrimentos e tribulações, com muita facilidade perdemos os estímulos, principalmente a esperança, essencial para o equilíbrio emocional e cristão. A Páscoa deve ser momento de renovação de forças e de compromissos mais sérios para com a vida e suas exigências.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

O PODER DA AVE MARIA


Milhões dos católicos rezam frequentemente a Ave Maria. Alguns repetem-na depressa, nem mesmo pensando nas palavras que estão dizendo. 
Este artigo poderá ajudá-lo a recitá-la mais pensativamente. 

- Podem dar grande alegria à Mãe de Deus para se obter as graças que ela deseja. 

- Uma Ave Maria bem rezada enche o coração de Nossa Senhora com alegria e  nos concede grandes graças. Uma Ave Maria bem recitada dá-nos mais graças que mil rezadas sem reflexão. 

- A Ave Maria é como uma mina de ouro da qual nós podemos sempre extrair e nunca se esgota. É difícil rezar a Ave Maria? Tudo o que temos que fazer é saber seu valor e compreender seu significado. 

- S. Jerônimo nos diz que “as verdades contidas no Ave Maria são tão sublimes, tão maravilhosas, que nenhum homem ou anjo poderiam compreendê-las inteiramente.” 

- S. Tomás de Aquino, príncipe dos teólogos, “o mais sábio dos santos e o mais santo dos sábios", como Leo XIII o chamou, pregou o Ave Maria por 40 dias em Roma, enchendo os corações de êxtase. 

- Pe. F. Suárez, o santo e erudito jesuita, declarou que ao morrer dispostamente daria todos os livros que escreveu, todas as obras de sua vida, pelo mérito de uma só Ave Maria rezada devotamente. 

- S. Matilde, que amava muito Nossa Senhora, certo dia estava se esforçando
para compor uma bela oração em sua honra. Nossa Senhora apareceu-lhe, com as letras douradas em seu peito: “Ave Maria, cheia de graça.” Disse-lhe: “Desista, minha filha, de seu trabalho, pois nenhuma oração que talvez você pudesse compor dar-me-ia a alegria e o prazer da Ave Maria.” 

- Um certo homem encontrou a alegria em orar lentamente a Ave Maria. A bendita Virgem em troca apareceu-lhe sorrindo e anunciando-lhe o dia e hora de sua morte, concedendo-lhe uma santa e feliz. Depois de sua morte, um lírio branco cresceu de sua boca e escrito em suas pétalas: “Ave Maria.” 

- Cesário descreve um incidente similar. Um santo e humilde monge viveu no monastério. Sua mente e memória estavam tão fracas que ele somente podia repetir uma oração, que era a Ave Maria. Depois de sua morte uma árvore cresceu sobre sua sepultura e em todas suas folhas estava escrito: “Ave Maria”. 

Estas belas histórias nos mostram quantas devoções há para Nossa Senhora, e o poder atribuído à Ave Maria rezada devotamente. Cada vez que dizemos a Ave Maria repetimos as mesmas palavras com que o arcanjo Gabriel saudou Maria no dia da Anunciação, quando ela se tornou a Mãe do Filho de Deus. 

Muitas graças e alegrias encheram a alma de Maria naquele momento. 

Quando oramos o Ave Maria ofertamos novamente essas graças e alegrias à Nossa Senhora e ela os aceita com imenso prazer. Em troca ela nos dá uma ação dessas alegrias. 

Certa vez Nosso Senhor pediu a S. Francisco que lhe desse algo. O santo respondeu: "Querido Senhor, eu não posso lhe dar nada que eu já não lhe dei, todo meu amor". 

Jesus sorriu e disse: "Francisco, dê-me tudo de novo e de novo e irá dar-me  o mesmo prazer". 

Da mesma forma nossa querida Mãe aceita cada vez que oramos o Ave Maria e  recebe as alegrias e prazer que ela teve das palavras de S. Gabriel. 

Deus Todo-poderoso deu a Sua Bendita Mãe toda a dignidade, grandeza e santidade necessária para torná-la perfeita para ser sua Mãe. 

Mas Ele também lhe deu toda a doçura, amor, brandura e afeto necessário para  fazê-la também nossa querida Mãe. Maria é realmente nossa Mãe. 

Assim como os filhos se dirigem às suas mães para pedir ajuda, da mesma forma deveríamos ir com a mesma confiança ilimitada a Maria. 

S.Bernardo e muitos Santos disseram que nunca ouviram falar em qualquer tempo ou lugar que Maria se recusou a ouvir as orações de seus filhos na Terra. 

Por que não percebemos estas consoladoras verdades? Por que recusar o amor e  consolação que a doce Mãe de Deus nos oferece? 

É nossa lamentáve a nossa ignorância lamentável que nos priva desta ajuda e consolação. 

Amar e confiar em Maria é ser feliz agora na Terra e depois feliz no céu.  O dr.Hugh Lammer foi um dedicado protestante, com forte ódio contra a Igreja Católica.  Um dia ele encontrou uma explicação da Ave Maria e começou a lê-la. Ele ficou tão encantado com ela que começou a rezá-la diariamente. Insensivelmente, toda a sua animosidade anti-católica começou a desaparecer. Ele se tornou um bom católico, um santo padre e um professor de Teologia Católica em Breslau. 

Chamaram um sacerdote ao lado de cama de um homem que morria no desespero  por causa dos seus pecados. O homem recusava se confessar. Como um recurso último o sacerdote pediu-o a orar pelo menos a Ave Maria. Logo após, o pobre homem fez uma confissão sincera e morreu uma morte santa. 

Na Inglaterra, perguntaram a um sacerdote da paróquia ver uma senhora protestante que estava gravemente doente, e que desejava se tornar católica.  Perguntado se alguma vez ela já tinha ido à Igreja Católica ou se ela tinha falado com católicos, ou se ela tinha lido livros Católicos, ela respondeu: "não". Tudo o que ela podia lembrar era que, uma amiga lhe ensinou o Ave Maria, o qual era rezava toda noite. Ela foi batizada e, antes de morrer, teve a
felicidade de ver seu marido e filhos batizados. 

S. Gertrudes diz-nos no seu livro "Revelações" que quando nós agradecemos a Deus pelas as graças que Ele deu a qualquer Santo, tornamo-nos participantes daquelas determinadas graças. 

Que graças então não temos quando oramos o Ave Maria agradecendo a Deus por todas as inexprimíveis graças que Ele deu a Sua Bendita Mãe?  

"Uma Ave Maria dita sem sensível fervor,mas com um puro desejo em um tempo de aridez, tem muito mais valor à minha vista do que um Rosário inteiro no meio das consolações". (Nossa Senhora a Ir. Benigna Consolata Ferrero)

http://osegredodorosario.blogspot.com.br/2010/11/o-poder-da-ave-maria.html

EFEITOS DO BATISMO


Existe uma lenda que poderá nos ajudar a entender a eficácia do Sacramento do Batismo. 

Havia um rei que tinha grande amor a seu povo. Muitas vezes, saía sozinho visitando os diversos arredores da cidade, a fim de ver o que se passava com seu súditos. Uma tarde, passadno por um bairro bastante pobre, encontrou um menino esfarrapado, macilento, coberto de chagas e com uma grande mancha negra na testa. Era um defeito de nascença. O rei, penalizado, aproximou-se da criança e lhe disse: 

- Como se chamas? 

- Eu não tenho nome - respondeu a criança. 

- Como não tens nome? Quem são os teus pais? 

- Eu não tenho pai nem mãe. 

- Onde moras então? Onde dormes, te abrigas da chuva e da tempestade? 

- Não tenho casa. Me abrigo embaixo das pontes ou das garagens de ônibus. 

- Mas afinal de que te alimentas? 

- Eu vivo dos restos que me dão. 

O rei, profundamente impressionado ,tomou o menino pela mão e lhe disse: 

- Venha comigo. De hoje em diante, terá pai e mãe, casa para morar e tudo quanto precisar para ser feliz. 

Ao chegar no palácio real, entrou em seus aposentos e, chamando a esposa, entregou-lhe o menino, dizendo: 

- Aqui trago mais um filho. É preciso dar-lhe um bom banho, vesti-lo com o traje real, curar-lhe as feridas e alimenta-lo bem, pois está muito fraco. Ele terá os mesmos direitos de usar o nosso nome e poderá sentar-se à nossa mesa. Receberá uma aprimorada educação e terá direito à herança. 

O menino pobre foi lavado, recebeu as vestes reais, curou-se das feridas e foi introduzido na família real. A fim de que todos soubessem que era seu filho, o rei mandou fazer uma cirurgia plástica para tirar-lhe a mancha negra da testa e gravar-lhe na fronte o sobrenome da família real. Porém, fez-lhe certas exigências: 

- Você será considerado meu filho somente se for digno do nome que recebeu, isto é, se te comportares como filho do rei. Caso contrário, perderá todos os direitos. 

A criança cresceu usufruindo todos os direitos e regalias que o pai lhe proporcionava. Porém, quando chegou à juventude, começou a trilhar maus caminhos. Abandonou a casa paterna e tornou-se ladrão e usuário de drogas, chegando a cometer crimes que o levaram à prisão e até a condenação à morte. 

Na prisão, os prisioneiros zombavam dele, dizendo: 

- Tu, o filho do rei, na prisão? Nós caímos aqui porque somos uns pobres miseráveis. Nunca tivemos quem nos ensinasse a andar pelo caminho do bem. Mas você, que tinha tudo o que queria que recebeu uma ótima educação, como pode chegar a ser condenado como nós? Isto é muito vergonhoso! 

O filho unigênito do rei, compadecendo-se do seu irmão, que tanto amava, ofereceu-se para ir à prisão em seu lugar e dar a vida por ele. O pai, que também tinha um grande amor a este filho adotivo, deu o seu consentimento. E assim se fez: o filho do rei deu a sua vida pela vida do irmão. Por isso o pai o glorificou. 

Esta lenda nada mais é do que um símbolo de nossa história pessoal. Nesse caso, o que significam os vários personagens e os diversos elementos dessa lenda? 

- Deus é o rei, o Pai de toda misericórdia, que se compadece da miséria humana. 

- Cristo é o filho único do rei. Ele se oferece ao Pai para dar a própria vida por seus irmãos. 

- O menino pobre somos nós que fomos salvos por Jesus. 

- A mancha que a criança trazia na fronte é o pecado original com o qual nascemos manchados na alma. 

- O nome que o Pai imprimiu em nós foi o nome de Cristão, que nos identifica como FILHOS DE DEUS. 

- As chagas que foram curadas são os pecados pessoais daqueles que se batizam adultos, esses são apagados pela água batismal. 

- A família que passamos a pertencer é a grande família dos filhos de Deus. - A Igreja. 

- A mãe que recebemos é Maria, a Mãe de Deus, Mãe da Igreja e, portanto, Nossa Mãe. 

- A veste real é a veste da graça santificante, que é a vida divina, habitação da Santíssima Trindade em nós. 

- O banquete que somos convidados a participar é o Banquete Eucarístico. 

O Batismo também nos dá diversos direitos: 

- A recepção dos demais Sacramentos; 

- A participação de todos os bens espirituais da Igreja; 

- A herança de Deus, que é a Vida Eterna. 

Quão grande é a nossa dignidade. Somos filhos e filhas do Rei e da Rainha do Universo. Assim, temos todos os direitos de filhos, especialmente a participação da natureza, da vida do próprio Deus. 

Aquele, porém, era filho do Rei perante o mundo, mas em suas veias não corria sangue real, enquanto em nós, pelo Batismo, fomos mais elevados do que ele, pois em nossa alma e em nosso coração, circula a vida do Rei do Céu e da Terra. Somos da Família Real, por isso não devemos nos deixar levar por sentimentos de inferioridade. 

Eis o nosso maior tesouro: o próprio Jesus nos ensinou a chamar Deus de Pai pela oração do "Pai-Nosso". Essa oração deveria fazer pulsar com intenso amor os nossos corações de Filhos de Deus.

Site Catequisar

NÃO SER MARIA VAI COM AS OUTRAS



Certa vez, um senhor idoso que morava na roça estava indo para a cidade, junto com seu neto que tinha dez anos. Ele em cima de um burro e o neto na frente, puxando o animal.

Passaram dois homens e comentaram entre si: "Um marmanjo desse em cima do burro e a pobre criança a pé!"

O velho escutou. Quando os homens desapareceram na curva da estrada, ele disse ao menino: "Filho, venha você aqui em cima e eu vou a pé".

Logo passaram mais dois pela estrada e comentaram: "Engraçado. O velho doente a pé e o moleque a cavalo!"

Quando viraram a curva, o velho falou: "Filho, vamos nós dois em cima do burro". E assim fizeram.

Dois homens cruzaram com eles e comentaram entre si: "Dois marmanjos nesse burrinho. Como não têm dó do po-bre animal!"

Quando se distanciaram, o homem disse ao neto: "Filho, vamos nós dois a pé". Logo passaram uns viajantes e co-mentaram: "Aqueles dois não são muito certinhos da cabeça. Onde já se viu caminhar a pé, puxando um burro, sem ninguém em cima!"

Quando desapareceram, o homem disse ao neto: "Filho, vamos levar este burro nas costas". E assim fizeram. Passaram dois e comentaram: "Olhe lá três burros; dois carregando um!"

Quando estavam sós, os dois largaram o animal e o homem disse ao neto: "Filho, não se importe com o que os outros disserem. Siga o que achar melhor".

Existem milhões de vozes falando, nas 24 horas do dia. É só ligar um aparelho que nós captamos essas vozes, assim como mensagens na internet. Mas temos uma só verdade: Jesus Cristo.

A nossa conversão é algo pessoal, entre nós e Deus, e ninguém tem de por o bico. Vivemos numa sociedade eclética, mas para Deus a verdade é uma só, e para nós também.

Você sabe a diferença entre a aranha, a formiga e a abelha? A aranha, para fabricar a sua teia, tira os fios todinhos de dentro dela mesma. Ela representa as pessoas que não se enriquecem com a cultura dos outros. São auto suficientes em tudo. Vivem a partir apenas das próprias experiências.

Já a formiga é o contrário. Ela põe as folhas nas costas e as leva para dentro da sua casa, sem acrescentar nada dela mesma. Pode levar um veneno e morrer.

Agora, a abelha é diferente. Um pouco dela e um pouco de fora. Ela pega o néctar na flor, põe dentro do favo e mistura um líquido tirado dela mesma. Então sai o gostoso mel. A abelha é um modelo para nós, em relação ao mundo. Aprendemos o que ele tem de bom, acrescentamos a nossa experiência e a Boa Nova de Jesus, e devolvemos para a sociedade o gostoso mel do Reino de Deus.

Adaptação: Pe. Queiroz 
www.a12.com

domingo, 7 de abril de 2013

Celebração Eucarística

No dia 07 de Abril de 2013 na Paróquia do Senhor Deus Menino realizou-se a Celebração Eucarística em comemoração aos 35 anos de Sacerdócio do nosso estimado Padre Laudelino José Neto filho de nossa comunidade hoje sendo Paróco da cidade de Coaraci-BA e também em comemoração pelos 50 de Vida Consagrada da nossa querida Irmã Carmela que boa parte de sua vida trabalhou em nossa comunidade junto com as Irmãs da Congregação Irmãs da Igreja.
A igreja que não é pequena ficou repleta pelos fiéis que juntos foram celebrar essa grande festa que nós recebemos no Dia da Festa da Misericórdia.
Ainda contamos com a presença da Irmã Gracinha filha da nossa terra que faz parte da mesma congregação da nossa Irmã Carmela e também do Padre Ivandro da Diocese de Ilhéus que por muito tempo trabalhou em nossa Diocese e no nosso Vicariato.
Padre Ivandro em sua homilia colocou a importância da VOCAÇÃO para a vida daquele que se entrega a Deus a cada dia mais. Na hora dos agradecimentos a Irmã Carmela deixou uma mensagem para a Juventude: "Não tenham medo da vida, pois Deus é o autor."
O canto final da celebração foi de emocionar a todos os presentes a Música A CAMINHADA do nosso querido Padre Jonas Abib.
Confira agora as fotos dessa grande festa.




































07/abril/2013 - Tomé teve que ver para crer (Evangelho 20,19-31)

Tomé, um dos discípulos, não estava com eles quando Jesus chegou. Então os outros discípulos disseram a Tomé: Nós vimos o Senhor!
Ele respondeu: Se eu não ver o sinal dos pregos nas mãos dele, e não tocar ali com o meu dedo, e também se não puser a minha mão no lado dele, não vou crer!
Uma semana depois , os discípulos de Jesus estavam outra vez reunidos ali com as portas trancadas, e Tomé estava com eles. Jesus chegou, ficou no meio deles e disse: Que a paz esteja com vocês!
Em seguida disse a Tomé: Veja as minhas mãos e ponha o seu dedo nelas. Estenda a mão e ponha no meu lado. Pare de duvidar e creia!
Você creu porque me viu disse Jesus. Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram!

Que este Evangelho nos ajude a ter um encontro de fé e de amor com Jesus Cristo, reconhecendo-o como o Filho de Deus.

DOMINGO DA DIVINA MISERICÓRDIA


A páscoa compreende o período que vai do Domingo da Ressurreição do Senhor até a festa de pentecostes. Ao todo uma duração de cinqüenta dias. Nesta época nosso coração deve está aberto para encontrar-se pessoalmente com o Senhor ressuscitado que deseja comunicar a força e a potência de seu amor. 
O segundo domingo da páscoa o papa João Paulo II, predecessor de Bento XVI declarou por decreto como o domingo da divina Misericórdia "Por todo o mundo, o segundo Domingo da Páscoa irá receber o nome de Domingo da Divina Misericórdia, um convite perene para os cristãos do mundo enfrentarem, com confiança na divina benevolência, as dificuldades e desafios que a humanidade irá experimentar nos anos que virão" (Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Decreto de 23 de Maio de 2000). 
O Evangelho do domingo narra a extraordinária experiência que teve os discípulos com Jesus ressuscitado. Estavam trancados por medo dos judeus e Jesus pôs-se no meio deles e comunicou a plenitude da Paz, o Shalom, Ele mesmo. Naquele local todos foram tomados de intensa alegria graças ao encontro com o Senhor. 
Tomé não estava no primeiro momento com os demais, duvidou veementemente do que lhe contaram. Mas quis o Senhor mesmo apresentar-se a Tomé, mostrar-lhe as chagas e o seu lado aberto glorificado. O apóstolo que antes duvidara, perplexo experimenta a potência da Ressurreição de Cristo. 
Neste tempo de Kairós (graça divina) devido a ressurreição, Cristo deseja também mostrar-se a nós pessoal, particularmente e dissipar as sombras do medo e da dúvida que possam pairar sobre a nossa fé. Com o nosso coração aberto e quebrantado pela divina Misericórdia toquemos pela fé no Senhor e experimentemos da verdadeira Paz que brota do Senhor Ressuscitado.