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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Eu sou livre. Será?

liberdade
Inúmeras vezes eu pensei que estava sendo livre numa situação ou decisão e na verdade eu não estava. Quantos jovens pensam que são livres mas não são. Mas afinal, o que é a liberdade?
A liberdade é a possibilidade, concedida por Deus, de poder agir totalmente por si próprio; quem é livre não age por determinação alheia.” (Catecismo da Igreja Católica, 1730-1744)
Deus nos criou livres para que na nossa liberdade escolhamos pelo bem, pelo que é correto, ético, justo e principalmente por Ele mesmo. Uma pessoa livre diz “sim” ao bem, quando nenhum vício ou pressão a impede de escolher em praticar o que é correto.
Eu e você somos livres para agirmos corretamente na sociedade OU não. Temos a liberdade de escolhermos ter um relacionamento de filiação com Deus OU não. Somos livres para sermos pertença dEle OU não.
Acredito que é preciso submeter as emoções à nossa razão para agirmos com liberdade. Ser livre não é fazer tudo que eu quero e na hora que eu quero. Muitas vezes é fazer o que meus sentimentos não querem, mas que com a minha razão eu sei que é o melhor.
Exemplo:
Quando eu estou passando mal e preciso tomar aquele xarope com gosto amargo e ruim. Eu não tenho vontade, desejo, paixão em tomar aquele remédio, mas com a minha razão eu sei que para eu melhorar eu PRECISO tomar. Logo, eu submeto meus desejos pela minha razão e tomo o xarope.
O mal dá uma falsa sensação de liberdade, mas ele só aprisiona. Segundo o número 287 do YOUCAT “conseguimos ver essa realidade no vício: nele o ser humano vende a sua liberdade a algo que lhe parece bom. Na verdade, porém, ele torna-se um escravo.”
Portanto, eu te pergunto VOCÊ É REALMENTE LIVRE? As suas escolhas são feitas nas emoções ou com a razão?
Pense Nisso,
#IbelieveInYou
Missionária da Canção Nova
Indico para você a canção ‘Hoje Livre Sou’

Nunca acobertei casos de pedofilia, diz Bento XVI em uma longa carta escrita a um ateu militante

Papa Bento XVI
ROMA, 24 Set. 13 / 08:50 pm (ACI/EWTN Noticias).- O matemático italiano e ateu militante, Piergiorgio Odifreddi, recebeu no último dia 3 de setembro uma carta muito especial. Um envelope selado, com 11 páginas com data de 30 de agosto e assinada por Bento XVI.
No texto, o Bispo Emérito de Roma responde ao livro de Odifreddi “Caro papa, ti scrivo” (Querido Papa, escrevo-te, Mondadori, 2011). Um livro que, como o autor recorda, desde a capa se define como uma “luciferina introdução ao ateísmo”.
No artigo no qual Odifreddi comenta as suas impressões ao receber esta carta afirma: “Não foi uma coincidência ter dirigido a minha carta aberta a Ratzinger. Depois de ter lido o seu “Introdução ao Cristianismo”, entendi que a fé e a doutrina de Bento XVI, a diferença de outros, eram o suficientemente coerentes e sólidas para poder confrontar perfeitamente e sustentar ataques frontais”.
Agressividade e descuido na argumentação
No fragmento da carta que foi publicado no jornal La Repubblica, pode-se ler como Bento XVI reconhece que desfrutou e aproveitou a leitura de algumas partes da carta, mas outras partes se surpreendeu por “uma certa agressividade e descuido na argumentação”.
No início da carta, o Bispo Emérito de Roma assinala que “você me dá a entender que a teologia seria ‘fantaciência’”. E frente a este argumento apresenta quatro pontos.
Ficção científica na religião… e a matemática
Em primeiro lugar assinala que “é correto afirmar que “ciência” no sentido mais estrito da palavra é somente a matemática, enquanto eu aprendi contigo que seria necessário distinguir ainda entre aritmética e geometria. Em todas as matérias específicas a científica tem a sua própria forma, segundo a particularidade do seu objeto. O essencial é que aplique um método verificável, exclua o arbítrio e garanta a racionalidade nas respectivas modalidades”.
Em segundo lugar, Bento XVI sustenta que “você deveria pelos menos reconhecer que, no âmbito histórico e no do pensamento filosófico, a teologia produziu resultados duradouros”.
Como terceiro aspecto afirma que “uma função importante da teologia é a de manter a religião unida à razão e a razão à religião. Ambas as funções são de essencial importância para a humanidade”.
Recordando a Habermas
Neste ponto recorda que no seu diálogo com Habermas “mostrei que existem patologias da religião e -não menos perigosas- patologias da razão. Ambas necessitam uma da outra, e tê-las continuamente conectadas é uma tarefa importante da teologia”.
No último ponto, muito mais longo que os anteriores, Bento expressa que “a “fantaciência” existe, por outro lado, no âmbito de muitas ciências e faz referências às teorias que Odifreddi expõe sobre o início e o fim do mundo em Heisenberg, Schrödinger, etc., que -continua Bento XVI-, “eu o designaria como ‘fantaciência’ no bom sentido: são visões e antecipações, para alcançar um verdadeiro conhecimento, mas são, de fato, somente imaginações com as que procuram aproximar-nos da realidade”.
Pouco nível: a pederastia
Depois de desenvolver com mais detalhe estas ideias, Bento XVI se detém no capítulo sobre o sacerdote e a moral católica e nos distintos capítulos sobre Jesus. “No que se refere ao que você diz do abuso moral de menores por parte de sacerdotes, posso -como você sabe- mostrar somente uma profunda consternação. Nunca tentei acobertar estas coisas. O fato de o poder do mal penetrar até este ponto no mundo interior da fé é para nós um sofrimento que, por um lado, devemos suportar, e por outro, nos obriga a fazer todo o possível para que estes casos não se repitam”.
“Não é tampouco motivo de tranquilidade saber que, segundo as investigações dos sociólogos, a porcentagem dos sacerdotes culpados destes crimes não é mais alta que em outras categorias profissionais semelhantes. Em qualquer caso, não se deveria apresentar este desvio ostentosamente como se fosse uma sujeira específica do catolicismo. Não é lícito calar o mal na Igreja, mas também não se deve fazer esquecer o grande rasto luminoso de bondade e pureza que a fé cristã deixou ao longo dos séculos”.
Por isso, Bento XVI recorda nomes como São Bento de Nursia e sua irmã Escolástica, Francisco e Clara de Assis ou Teresa de Ávila e João da Cruz.
O “Jesus histórico”, o do Hengel e Schwemer
Com respeito ao que o matemático diz sobre a figura histórica de Jesus, Bento recomenda ao autor os quatro volumes da obra que Martin Hengel publicou em conjunto com Maria Schwemer, “um exemplo excelente de precisão histórica e de amplíssima informação histórica”, assinala Ratzinger.
Assim mesmo, recorda, como já esclareceu no primeiro volume de seu livro sobre Jesus de Nazaré, que “a exegese histórica-crítica é necessária para uma fé que não propõe mitos com imagens históricas, mas reclama uma verdadeira historicidade e por isso deve apresentar a realidade histórica de suas afirmações também de forma científica”.
Em vez de Deus, uma natureza sem definir
Continua Bento XVI afirmando que “se você, entretanto, quer substituir Deus pela “Natureza”, fica a pergunta, quem ou o que é esta natureza. Em nenhuma parte você a define e aparece, portanto, como uma divindade irracional que não explica nada”.
E acrescenta: “Queria, portanto, sobretudo destacar que na Sua religião da matemática três temas fundamentais da existência humana ficam sem serem considerados: a liberdade, o amor e o mal. Qualquer coisa que a neurobiologia diga sobre a liberdade, no drama real da nossa história está presente como realidade determinante e deve ser levada em consideração”.
Na última parte publicada da carta de Bento, assinala que a “minha crítica sobre o seu livro é por um lado dura, mas a franqueza faz parte do diálogo; só assim o conhecimento pode crescer”.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Parabens Monsenhor Sebastião



Ordenação Sacerdotal do Diácono Elessandro Feitosa

No último dia 31 de agosto na cidade de Santa Luzia na Bahia aconteceu a celebração da Ordenação Sacerdotal do Diácono Elessandro Feitosa. Foi uma linda celebração, presidida pelo nosso Bispo Diocesano Dom Ceslau Stanula e concelebrada por vários sacerdotes da nossa diocese.
A celebração foi no galpão da feira municipal onde não é pequeno, ficou completamente lotado, pelo levantamento da Policia Militar que fazia a segurança de todos tinha mais de 3 mil pessoas presente concelebrando essa festa.
Que Deus e Nossa Senhora passe na frente de todas as dificuldades da vida do Neo Sacerdote Elessandro para que possa seguir guiando as ovelhas do Senhor.
Fotos dessa grande festa.

CONVITE - 83 anos Monsenhor Sebastião

A Comunidade Católica de Ibicaraí, da Paróquia do Senhor Deus Menino convida a você e toda sua família para comemorarmos juntos com o nosso  
Monsenhor Sebastião seus 83 anos de vida.
A Santa Missa será celebrada pelo nosso Bispo Diocesano Dom Ceslau Stanulla e concelebrada por 25 padre e diáconos e toda a comunidade.
A celebração será hoje dia 06.09.2013 ás 18:00hs na Paróquia do Senhor Deus Menino. Venha celebrar conosco essa grande dádiva que é o nosso Monsenhor Sebastião.
Logo após a santa missa teremos uma recepção para todos os presentes na celebração, que será na área coberta ao lado da Igreja.
A comunidade espera por você.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

CONTIVE

A Comunidade Católica de Ibicaraí, da Paróquia do Senhor Deus Menino convida a você e toda sua família para comemorarmos juntos com o nosso  
Monsenhor Sebastião seus 83 anos de vida.
A Santa Missa será celebrada pelo nosso Bispo Diocesano Dom Ceslau Stanulla e concelebrada por 25 padre e diáconos e toda a comunidade.
A celebração será no próximo dia 06.09.2013 ás 18:00hs na Paróquia do Senhor Deus Menino. Venha celebrar conosco essa grande dádiva que é o nosso Monsenhor Sebastião.
Logo após a santa missa teremos uma recepção para todos os presentes na celebração, que será na área coberta ao lado da Igreja.
A comunidade espera por você.

E você o que é.... Leia e reflita

Visitando blogs de catequistas, encontrei esse texto  de Rubem Alves, bem pertinente à nossa condição de catequistas ou simplesmente cristãos. Vale a pena ler e refletir sobre  a pergunta induzida  através dele:

 

E você o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?


RUBEM ALVES:
MILHO DE PIPOCA
A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser.

O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.

O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.

Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.

Assim acontece com gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira.

São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que é o seu jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.

O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor.

Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre.

Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação. Pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer.

Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.

Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: Bum! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, com que ela mesma nunca havia sonhado.

Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria a ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.

E você o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?

Visitem os blogs da Imaculada e Evangelizar é preciso. Dois blogs bastante dinâmicos e com posts sensacionais.